UNVUNDI - NAVEGADOR
| MUXINJI IA TUMBANSI |
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::: MUXINJI IA TUMBANSI::: (PROJETO PEDAÇO DE TERRA) Ubekelu (Apresentação)
Kua Muxinji Tumbansi (O Projeto Pedaço de Terra). De acordo com a lei “10639” de 2003. Diz Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, membro do Conselho Nacional da Educação e Redatora do Parecer que acrescentou o tema à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN). “Deverá ser necessária à inclusão da história africana e afro-brasileira nas escolas públicas, que possa, assim, valorizar e pesquisar as diversas manifestações culturais da África e do Brasil”. Justificativa Publico Alvo Professores, agentes comunitários, artistas populares, dirigentes de ensino e pessoas afins. Para cada curso será aberta as inscrições públicas e as pessoas interessadas deverão preencher uma ficha de cadastramento informando dados pessoais e declaração escolar. Objetivo especifico Elaborar atividades que possam levar os envolvidos à reflexão da etino-diversidade em solo brasileiro, além de elevar a auto-estima e a tolerância de afro-descendentes habitantes de Itapecerica da Serra, para com suas origens culturais ainda desconhecidas por parte da população. Procedimentos - Ensaio monográfico; Cronograma Maganza Mutadiami – Mauricio F. Santos, Professor de lingua inglesa e história da cultura africana e afro-braisleira, mona-diala mukixi diá Inzo Ia Tumbansi, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos da Inzo Ia Tumbansi. .............................................................................................................................
1. Trança Africana - tradição que inspira-se na arte africana de trançar os cabelos. Num país campeão de miscigenação como o nosso, a variedade de tipos de beleza é enorme e o que não falta é inspiração. Dos negros africanos, vêem as elegantemente gráficas tranças nagô, arte feita com fios de cabelos, trazida pelos africanos na época do Brasil colonial. As ondas de imigrantes que chegaram por aqui, como os japoneses, nos ensinaram a beleza dos cabelos escuros, pesados, lisos, como os dos índios.Vendo os europeus, aprendemos a desejar os finos fios cor-do-sol e suas ondas suaves. Da mistura de portugueses, negros e índios, surgiu a brasileira típica - perfeita Gabriela -, com seus cabelos cheios de cachinhos sensuais - aliás, totalmente na moda. Este curso será ministrado de forma prática e teórica uma vez por semana pelas profissionais em cabelos étnicos Claudia e Taty, com carga horária de seis horas/dia. 2. Linguas Africanas – Há muito mais da África na língua falada no Brasil, é o que supõem os acadêmicos que estudam o português formal. Invisíveis perante estudiosos durante séculos, os falares africanos impregnaram o português arcaico, a ponto de palavras originárias dessas línguas serem usadas no dia-a-dia sem que a elas se dê o crédito devido, inclusive nos dicionários. O português é africanizado principalmente por conta da influência das línguas de origem bantu (ou banto) - região da qual foi retirada, à força, a maior parte dos negros escravizados que para cá foram trazidos nos primeiros séculos da Colônia. Calcula-se em torno de 1.900 línguas primárias na África, agrupadas em quatro famílias lingüísticas, segundo estudos de Joseph Greenberg (1955): afro-asiática; nilo-saariana; coissã e niger-congo (estas duas últimas em territórios abaixo do Saara). São dois grupos de línguas: as oeste-africanas (do Senegal até a Nigéria) e o banto (território subequatorial). Certamente que as línguas de origem iorubá também estão presentes nos falares, mas se concentram, sobretudo, no domínio afro-religioso e em Salvador-Bahia (ebó; ialorixá...). Porém, esse traço lingüístico, por ser muito mais recente do que o banto - os africanos iorubás foram trazidos para cá 200 anos depois que esses primeiros - não teve a mesma influência que esta primeira na formação da língua falada no Brasil. 3. Toques de Atabaques - Curso de percussão (toque de atabaques/tambores) para crianças e adultos.
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